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Enriquecimento: os primeiros livros

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Fala, galera.
Pensando sobre essa atual postagem, confesso que tive certa dificuldade pra escolher o tema. Isso se deu porque os anos de 2009, 2010 e 2011 foram bem agitados pra mim, especialmente porque eu COMEÇAVA a querer abraçar o mundo com as pernas. Mesmo tendo sido em 2010, foi muito mais fácil falar da magrela!!
A falta de planejamento, foco, e principalmente de conhecimento, somados a uma vontade incessante de querer fazer um investimento/empreendimento que desse certo até me renderam algumas boas histórias (e por que não experiências?), mas infelizmente me levaram a algumas derrocadas. 
Essas histórias me confundem os anos, ou porque aconteceram simultaneamente ou porque foram contíguas, de modo que minhas recordações guardam muito mais os sentimentos do que as realizações (hahahaha). 
Sendo assim, resolvi por dar destaque a algumas questões pontuais, como, por exemplo, a leitura de dois importantes livros (meus primeiros sobre finanças): 1º) Os Axiomas de Zurique; 2º) Pai …

Consórcio da magrela

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E aí, pessoal? Tudo tranquilo?!
Essa aí poderia ser, mas não é, e infelizmente não tenho nenhuma foto legível da magrela que conquistei no início de 2010. Hehehe
Isso mesmo, pessoal. Depois que alcancei o status de Concursado!, busquei - talvez não com o melhor mindset - mudar um pouco mais a minha realidade, e fiz isso abandonando o transporte público, que, acredito, tortura qualquer um.
Pra conquista, à época, me utilizei de um meio que JAMAIS utilizaria hoje: consórcio.
E o consórcio é tão ruim assim??
Creio que a maioria aqui da finansfera sabe bem a resposta, mas não custa rememorar.
A tabela a seguir é autoexplicativa:


Essa tabela mostra o valor médio das parcelas e do lance pagos para a aquisição da motocicleta. Neles, eu desconsiderei todos os juros de mora que insisti em pagar - simplesmente porque eu não me incomodava de não ser pontual com o pagamento das parcelas.
Num paralelo, considerei a hipótese em que os mesmos valores estivessem sendo aplicados/aportados numa renda …

Concursado!

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E aí, pessoal? Tudo bem com vocês?

Continuando o projeto, hoje conto pra vocês mais um pedacinho da minha história.

No post anterior (continue?), eu registrei que trabalhei o ano de 2008 inteiro como professor de química e ciências em uma escola de ensino regular.

Como o vínculo era precário - porque se tratava de uma contratação avulsa - comecei a me desesperar porque não fazia ideia de com o quê trabalharia quando o contrato expirasse.

O contrato expirou em dezembro de 2008.

O desespero bateria à porta mais intensamente, não fossem por algumas ações tomadas no ano de 2007.

Eu costumo dizer que 2007 foi o pior ano da minha vida, mas só por querer ser dramático mesmo, porque, no fim das contas, a verdade é que foi um ano de transformação e, quiçá, evolução, que me marcam até os dias de hoje.

Eu lembro bem. O ano de 2007 foi o primeiro ano após o meu ensino médio. Foi o ano que comecei a cursar Engenharia em uma universidade pública do meu Estado. Apesar de tudo estar caminhando bem, …

"continue?"

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Fala, Galera! Na última postagem, falei um pouco sobre como foram o meu primeiro contato com dinheiro e o meu primeiro investimento. A experiência foi boa, e foi um bom início. Se você perdeu, é só checar lá: o start!
A partir de então, a jornada foi no sentido de empreender de diversas formas, mas a segunda delas, em especial, é uma das que mais aprecio.
Meu primeiro emprego foi aos 13 anos como vendedor de fichas de video games (fliperamas) - a venda de picolés e variedades foi um passatempo de aventuras - e o meu salário era pago basicamente com fichas de vídeo game.
Algum tempo depois, meu patrão resolveu que mudaria para um bairro um pouco mais distante, mas sem querer perder o faturamento, perguntou se eu aceitaria manter as máquinas de flipper na minha casa. Dessa vez, a proposta era a de receber 30% de todo o faturamento, mas em dinheiro (rsrsrs).
Aceitei e trabalhei. Guardo esse período na memória com carinho. Aprendi pouco, mas joguei bastante video game. Só critico o fato …

Start

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Relembrar as origens é um exercício que jamais podemos deixar de fazer, pois só assim podemos apreciar crescimento, ou - não raras vezes - o decrescimento, este que inclusive deve cumprir, em nossa consciência (assim acredito), uma específica função, qual seja a de nos fazer levantar, sacudir a poeira e mais uma vez continuar em nossa busca, qualquer que seja.

É assim que busco enxergar as dificuldades que foram superadas no início.
Sem querer louvar dificuldades enfrentadas em algum momento da tenra idade, acredito que com o olhar de menino nunca houve qualquer tipo de agonia, desconforto, mas tão somente graça e a oportunidade ímpar de aprender a dar valor ao que se busca.
O primeiro contato que tive com dinheiro, pelo que consigo recordar, foi aos meus seis anos de idade, quando minha mãe me deu uma nota de 100 cruzeiros. Na época, eu consegui comprar um picolé, que nos dias atuais custa 1 real (e 20 anos antes, 10 centavos de Real).
Mais alguns dias à frente, em 1994, vi o frenes…

[...] de um tudo por aqui

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Não há nada aqui. 

Essa é a mensagem de todas as vezes que você imaginou iniciar ou efetivamente deu início a uma jornada, um projeto - e foi essa que me apareceu quando da primeira postagem por aqui.

Nada mais inspirador.

No início, sempre "não há nada lá"! 

Mas essa ideia do vazio é "só" deveras assustadora, todavia mutável, pois basta que imaginemos e as possibilidades se tornam infindáveis.

Por isso, neste momento, retiro o vazio desta página com o pontapé inicial na jornada que tem o esforço, a simplicidade e a positividade por fundamentos.

Financie-se, pois já existe de um tudo aqui.